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Entrevistas

Entrevista / Jornal da Gazeta. Agosto 2017.

Como ficam a política e a governabilidade depois da vitória de Michel Temer na questão da denúncia de corrupção passiva?


Entrevista / Jornal da Gazeta. Junho 2017.

Crises estão sempre destinadas a ter solução. Mas a crise brasileira está destinada a ser solucionada em um prazo longo.


Reforma política e cultura política. Abril 2017.

Em abril de 2017, o Instituto Teotônio Vilela realizou uma série de entrevistas sobre reforma política, tema sempre presente e cada vez mais importante na agenda nacional.


Entrevista / Jornal da Gazeta. Março 2017.

A lista do procurador-geral da República tem efeitos importantes sobre a vida nacional, impulsionando a crise política, que no entanto não nasceu com ela.


Entrevista / Jornal da Gazeta. Janeiro 2017.

As perguntas da jornalista Maria Lydia Flândoli foram pontuais. E a conversa, muito boa. Teriam se alterado as previsões de que o ano de 2017 seria marcado pelo desgaste governamental, pela turbulência social e pela crise política? O país ingressou em uma fase mais positiva? As manifestações de rua recuaram, à espera de novos fatos? Se Michel Temer é um presidente impopular, como explicar sua estabilidade e imaginar seu futuro? Como avaliar a tragédia do sistema prisional brasileiro, ampliada pelas cenas de barbárie explícita do início do ano para cá?

Entrevista / Jornal da Gazeta. Maio 2016

 


Impeachment e qualidade da democracia. Abril 2016

Participação no “Programa Palavras Cruzadas”, da TV Brasil, coordenado por Paulo Markun. Os entrevistadores/debatedores foram os jornalistas Leonardo Cavalcanti (Correio Brasiliense), José Maria Trindade (Radio Jovem Pan), Dario Pignotti (Ansa e Pagina 12) e Tereza Cruvinel (TV Brasil).


40 anos da UNESP, uma história bem vivida. Maio 2016

Depoimento feito para a Assessoria de Comunicação e Imprensa, da UNESP.


Programa Diferente. Novembro 2015.

Entrevista ao “Programa Diferente”, da TVFap.net, em novembro de 2015. A crise do governo Dilma e o esgotamento das tendências que organizaram a política nacional nas últimas décadas. Dificuldades e desafios para o reformismo democrático e as esquerdas.


Entrevista / Jornal da Gazeta. Setembro 2015.

Entrevista / Jornal da Gazeta. Julho 2015.


As ruas e a democracia. Entrevista CPFL Cultura. Novembro 2013.

Entrevista realizada como parte do lançamento do livro As Ruas e a democracia. Ensaios sobre o Brasil Contemporâneo, 2013.


O que mudou com junho de 2013? Entrevista à TV Carta Capital. Outubro 2013.

Entrevista realizada pelo jornalista Matheus Pichonelli, com imagens de Clara Parada e Pedro Presotto, em que se analisam as origens e as lições das manifestações de junho de 2013. São discutidos os efeitos da repressão policial, as relações entre sociedade e política, e o teor da competição entre PT e PSDB. Uma das ênfases principais é dada ao caráter da época atual de ser vivida por pessoas individualizadas, mas não necessariamente individualistas. As pessoas têm cabeça própria e não se deixam orientar pelos comandos dos grupos.


O impacto político das ruas de junho. Entrevista à Univesp TV. Outubro 2013.

Programa sobre o livro As ruas e a democracia. Na entrevista ao jornalista Ederson Granetto, analisa-se a movimentação popular de junho de 2013, quando centenas de milhares de pessoas saíram às ruas das cidades brasileiras pedindo mudanças políticas. A análise faz parte do livro, que tem seis capítulos: Brasil, junho 2013: as vozes das ruas e os limites da política; Depois de junho; Voo panorâmico sobre o governo Dilma; Crise e reforma política; Mídia, democracia e hipermodernidade; e A corrupção que não sai de cena.