À espera de 2026
No próximo ano, a maioria dos eleitores brasileiros fará escolhas. Sem entusiasmo. Há um mal-estar que gera tédio e cansaço. Justifica o não-voto, alimenta a indiferença
No próximo ano, a maioria dos eleitores brasileiros fará escolhas. Sem entusiasmo. Há um mal-estar que gera tédio e cansaço. Justifica o não-voto, alimenta a indiferença
Não há nada pior para um governo no meio do mandato do que uma abrupta e consistente queda de popularidade. Diz a tradição (que remonta a Maquiavel) que governos devem fazer o “mal”, o mais difícil e impopular, logo em seu início, para então poder distribuir benesses ao povo na parte final. Maquiavel falava numa … Ler mais
Em São Paulo, esquerda e direita ficaram nos bastidores, esmagadas pela baixaria que dominou o primeiro turno e se estendeu ao segundo.
Fraudes podem ser ostensivas, mas também podem ser praticadas de forma ‘discreta’: mentiras, fuga do debate público, ausência de programas e intenções. Sempre são hostis à democracia
A decantada união nacional dependerá muito do que vier a fazer o novo governo. Mas não nascerá somente dele. As forças democráticas, seja onde quer que estejam, precisarão dar sua contribuição.
Votar em Lula é, no mínimo, uma medida cautelar, uma manifestação de cuidado e preocupação com o Brasil. É uma aposta na democracia e na civilidade
Debate presidencial do dia 16/10 resumiu-se a uma troca de acusações e autoelogios. Não trouxe nenhuma novidade, nem esclareceu o eleitorado.
Sem discussões programáticas, a frente ampla democrática tornou-se um ato de salvação nacional movido a paixões.