Trajetória

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Jorge Nagle: A educação como valor permanente

Sua gestão à frente da UNESP fez com que a universidade deixasse de ser uma reunião de faculdades isoladas. Magnetizou professores e servidores, redefinindo procedimentos, incentivando a iniciativa acadêmica, aproximando áreas e campus.

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Minha lembrança de Clóvis Rossi (1943-2019)

Nas visitas que fez à redação do semanário comunista ‘Voz da Unidade’, o grande jornalista demonstrava que jornalismo se faz sem obediência a muros ideológicos, à base de muita conversa, disponibilidade e abertura de espírito.

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Trajetória

O PCB e o jornal Voz da Unidade

Nos anos de militância, me pus em contato com a história viva do País, que iria se mostrar por inteiro, com suas virtudes e deficiências. Conheci a velha guarda comunista, os militantes incógnitos, os sindicalistas combativos e os pelegos, os intelectuais antigos e os novos, os grandes “mitos” como Prestes, Armênio Guedes e Giocondo Dias. Falei para plateias que jamais imaginei estarem ao meu alcance. Corri o Brasil. Ganhei outro sentido para a vida e para o trabalho.

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Trajetória

O general, o marxismo, a história

Do relacionamento que tive com Werneck Sodré guardo não só uma memória afetiva e mais prosaica (os discretos tragos de Vermouth que tomávamos em sua casa quando eu ia visitá-lo) como, e sobretudo, uma densa imagem política e intelectual.

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Trajetória

Entre a docência e a política

Meu ingresso na UNESP, em agosto de 1976, deu-se num momento de particular efervescência pessoal. Estava dividido entre a docência e a atividade política e foi na combinação destas duas áreas que consegui encontrar equilíbrio.

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Trajetória

A revista “Temas” e a Editora Ciências Humanas

A revista “Temas” teve duas fases. Na primeira, foi fortemente metodológica, buscando um espaço para fazer a crítica teórica e valorizar o marxismo “ortodoxo”. A segunda fase foi mais política, preocupada em fazer com que a revista expandisse seu programa de trabalho e confluísse para a luta democrática.

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Trajetória

O jornal “Opinião”

Minha experiência no “Opinião” foi bem adequada para um recém-formado que precisava se afirmar para si próprio. Aquele foi um período de “fúria metodológica”: julgava tudo (livros, autores, editores, leitores) por um metro altamente discutível, o da maior ou menor fidelidade ao método de Marx. Não havia livro que me satisfizesse.

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