A hostilidade como procedimento

O governo Bolsonaro precisa criar inimigos para a eles atribuir as dificuldades de gestão e, ao mesmo tempo, para agregar sua base mais fanatizada. Mantém-se em atividade frenética mas pouco produtiva. Corrói a República, esvaziando os mecanismos que a dignificam, a começar da atividade política.