Perguntas aos candidatos
A indignação é um combustível enigmático e volúvel. Pode levar à construção ou à destruição, Que impacto terá nas eleições?
A indignação é um combustível enigmático e volúvel. Pode levar à construção ou à destruição, Que impacto terá nas eleições?
A morte de Jürgen Habermas, ocorrida no último dia 14 de março de 2026, deixou um vazio nos debates políticos e filosóficos.
Os personalismos estão soltos: o confronto será, mais uma vez, entre dois “mitos”, o lulismo e o bolsonarismo, o que não deixará margem para conversas sérias.
A esfera pública se agita, mas não produz efeitos políticos. Tornou-se um espaço de confusão e um aríete voltado para a imobilização e a ruína da democracia.
No próximo ano, a maioria dos eleitores brasileiros fará escolhas. Sem entusiasmo. Há um mal-estar que gera tédio e cansaço. Justifica o não-voto, alimenta a indiferença
Livro organizado por Carlos Benedito Martins e Felipe Maia fornece um rico leque temático e uma visão abrangente da discussão sobre os intelectuais e suas transformações
A insistência em viver a disputa eleitoral como um choque entre polos enraivecidos dificulta a que forças de mediação entrem em campo. Embota a criatividade e trava o surgimento de ideias novas
Livros de Francesca Izzo e Gianni Fresu, lançados no Brasil, mantêm vivo o legado do marxista italiano