Depois do Carnaval
Os personalismos estão soltos: o confronto será, mais uma vez, entre dois “mitos”, o lulismo e o bolsonarismo, o que não deixará margem para conversas sérias.
Os personalismos estão soltos: o confronto será, mais uma vez, entre dois “mitos”, o lulismo e o bolsonarismo, o que não deixará margem para conversas sérias.
O governo precisa se empenhar na formação de uma base democrática de sustentação na sociedade e no Congresso. Que não será, por óbvio, a que se formou para eleger Arthur Lira, que só o apoiará se for cevada com muitos favores.
A terra ainda treme. Além da tensão inerente ao pós-golpe, há as sequelas do período Bolsonaro e a necessidade premente de que o governo mostre a que veio.
Fusão DEM-PSL terá de mostrar que um partido forte não é feito somente de bancadas robustas e quadros experientes. Precisa de ideias e capacidade política, para agregar pessoas e atuar com coerência
Independentemente dos resultados no plano criminal, o inquérito dedicado a investigar a indústria das fake news fere o bolsonarismo na jugular
Com bandeiras comuns ao campo democrático, um espírito revanchista e hostil à política desceu às ruas no domingo 26 de maio. Sua marca registrada é a confusão.
Espaço há, mas é estreito e está congestionado. Para Ciro Gomes, terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, é o passo derradeiro. Se der certo, provavelmente chegará à cadeira presidencial. Se der ruim, tudo leva a crer que será o ocaso de uma longa carreira política. Ciro tem experiência suficiente para saber disso. Deve … Ler mais