Os anos passam, a vida segue
2024 foi um ano pesado. Podemos esperar um 2025 mais leve e democrático? Como neutralizar as tendências sombrias que se anunciam para o futuro?
2024 foi um ano pesado. Podemos esperar um 2025 mais leve e democrático? Como neutralizar as tendências sombrias que se anunciam para o futuro?
Votar em Lula é, no mínimo, uma medida cautelar, uma manifestação de cuidado e preocupação com o Brasil. É uma aposta na democracia e na civilidade
O futuro não está dado. Apenas com uma democracia revigorada será possível pensar em um Estado que defina políticas estratégicas para o País
O desafio é suspender temporariamente as particularidades doutrinárias e promover a formação de um polo democrático encorpado, que proponha uma política e uma governação com a marca da inovação.
Difícil imaginar o retorno ao que havia antes. Estamos amarrados a um presente que se modifica incessantemente e não sabemos bem o que virá nem o que queremos
A vida mudou, arrastando consigo as imagens que tínhamos do futuro. Diante de nós se abrem uma interrogação, muitas distopias e nenhuma utopia.
Estamos convivendo com os picos de um iceberg que não está sendo bem compreendido e nos confunde.
A crise política é moral, técnica, institucional. Ricocheteia em tudo, bloqueando a vigência da racionalidade democrática e o surgimento de elites generosas, conscientes de uma transição epocal que, hoje, se processa às cegas.