
Lula faz música com o passado
Ex-presidente promete governar com Alckmin, negociar o tempo todo e adotar o tripé “credibilidade, previsibilidade e estabilidade”
Descubra esse livro inteiramente dedicado a examinar os temas e problemas atuais, da ascensão da extrema direita ao populismo, da vida digital ao identitarismo
Numa dinâmica e instigante conversa, publicada no canal de Risério no Youtube, o antropólogo e o sociólogo discutem as principais questões da agenda política e cultural contemporânea.

Ex-presidente promete governar com Alckmin, negociar o tempo todo e adotar o tripé “credibilidade, previsibilidade e estabilidade”

Ao abrirem a série de entrevistas no telejornal, os candidatos suportaram a pressão, mas mostraram diferenças enormes entre si

Um excepcional empreendimento editorial possibilita o acesso às obras do crítico cultural, que tem muito o que nos ensinar sobre o Brasil

Campanha eleitoral começa sem novidades, com promessas vagas, temperatura elevada e muitos jogos de cena

Candidato do PDT combate a polarização, propondo-se a mudar o modelo econômico e o modelo de governança política

Fluente e com domínio de cena, a presidenciável quer mostrar que uma candidata mulher pode fazer diferente desde logo no terreno das palavras, a indicar que sua postura, caso se torne presidente, será comunicativa e aberta ao diálogo

Aos 101 anos, Edgar Morin nos ensina a “não ignorar as nossas ignorâncias”. Ele fala para os povos do mundo e, portanto, também fala conosco, brasileiros.

Sente-se no ar o cheiro fétido de um golpe. Um golpe sem projeto, sem atores vigorosos, sem vergonha na cara, sem futuro.

Dizer que a posse de armas letais é o que faz os cidadãos serem “livres” é rasgar a bandeira da liberdade, da fraternidade e da igualdade. É instituir o império dos mais fortes.

Candidatos como Simone Tebet e Ciro Gomes cumprem papel fundamental: dão chance a que o debate se qualifique e o centro político se mostre mais progressista.

Governos iliberais desprezam a inteligência e a cultura, atraem colaboradores que aceitam, sem dilemas morais, o papel de subalternos silentes do chefe.

Quanto mais o centro democrático e a esquerda demorarem para se entender, mais trunfos encherão o cofrinho bolsonarista