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O PCB e o jornal Voz da Unidade

Nos anos de militância, foi como se eu tivesse me posto em contato com a história viva do País, que pulara fora dos livros e se mostrava por inteiro, com suas virtudes e suas deficiências. Conheci a velha guarda comunista, os militantes incógnitos, os dirigentes sindicais combativos e os pelegos, os intelectuais antigos e os novos, os conhecidos e os desconhecidos, os grandes “mitos” como Prestes, Armênio Guedes e Giocondo Dias. Falei para plateias que jamais imaginei estarem ao meu alcance. Corri o Brasil. Ganhei outro sentido para a vida e para o trabalho.

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